Tecnologias aplicadas à Rinoplastia: quais aparelhos são utilizados?

Publicado em: 14/04/2021

Tecnologias aplicadas à Rinoplastia

A Rinoplastia é um procedimento estético e funcional. Dessa forma, para garantir a satisfação e o bem estar do paciente, cada milímetro importa. Por isso, as técnicas e os aparelhos utilizados estão em constante evolução. Na Clínica Carreirão, as tecnologias aplicadas à Rinoplastia são as mesmas utilizadas nos principais centros de referência em Rinoplastia do mundo.

Abaixo, você irá conhecer melhor as principais tecnologias aplicadas à Rinoplastia.

Dispositivo Ultrassônico Cirúrgico Piezoelétrico (Rinoplastia Ultrassônica)

Tradicionalmente, na Rinoplastia, a porção óssea do nariz é tratada utilizando-se raspas, martelo e cinzel. No entanto, o dispositivo ultrassônico cirúrgico piezoelétrico (também conhecido como “Piezo”)  permite realizar o tratamento da porção óssea do nariz de forma mais seletiva e precisa.

“O dispositivo ultrassônico cirúrgico piezoelétrico emite uma frequência de vibração baixa e específica para realizar a incisão nos ossos. Ou seja, ele corta somente o osso e preserva as outras estruturas ao redor (cartilagens, artérias, veias, nervos, outros tecidos moles superficiais). Além disso, ele permite que o cirurgião além de cortar, consiga também esculpir este osso de forma mais precisa e controlada, até atingir o formato desejado” – Dr. Waldir Carreirão Neto, Otorrinolaringologista e Cirurgião da Face (CRM/SC 10892 – RQE 8167). 

Micromotores e brocas diamantadas

Realizar uma cirurgia plástica no nariz se assemelha, em muitos aspectos, ao trabalho de um escultor. Para chegar ao formato desejado, o médico precisa remodelar tanto a porção óssea do nariz, como também suas cartilagens. Quanto mais precisas forem as tecnologias aplicadas à Rinoplastia, melhor. E é nesse ponto que entram os micromotores e brocas diamantadas.

Os micromotores e brocas diamantadas permitem realizar um acabamento fino no formato tanto dos ossos, como nas cartilagens do nariz. Por exemplo, permitem ao cirurgião confeccionar com maior precisão enxertos cartilaginosos utilizados nas Rinoplastias Estruturadas e Rinoplastias Revisionais” – Dr. Waldir Carreirão Neto, Otorrinolaringologista e Cirurgião da Face (CRM/SC 10892 – RQE 8167).

Videoendoscopia

A videoendoscopia é uma das tecnologias aplicadas à Rinoplastia utilizadas principalmente nas correções funcionais. Ela auxilia o tratamento das porções mais internas do nariz.

Com a videoendoscopia, o médico otorrinolaringologista pode, durante a cirurgia, visualizar regiões do nariz de acesso mais limitado. Isso através de um endoscópio nasal acoplado a uma microcâmera que transmite às imagens para um monitor em tempo real. Dessa forma, o procedimento torna-se ainda menos invasivo e mais preciso.

Uma das vantagens da videoendoscopia está no tratamento de desvios septais mais posteriores (septoplastia). Além, também, do tratamento das conchas nasais inferiores (turbinoplastia ou turbinectomia). 

“Antigamente, sem a utilização da videoendoscopia, a hemostasia desta região era menos precisa. Os pacientes precisavam utilizar de rotina um tampão no nariz para conter o sangramento no pós-operatório. Hoje, com a videoendoscopia, é possível tratar esta região de forma mais precisa. Assim, não é necessário a utilização rotineira do tampão nasal.” – Dr. Waldir Carreirão Neto, Otorrinolaringologista e Cirurgião da Face (CRM/SC 10892 – RQE 8167).

Assim, nos procedimentos com a videoendoscopia, a maioria dos pacientes não precisa usar tampões nasais após a cirurgia.

Lupa de magnificação cirúrgica

Entre as tecnologias aplicadas à Rinoplastia utilizadas pelo Dr. Waldir Carreirão estão as lentes de magnificação cirúrgicas. Elas permitem uma visualização ainda mais detalhada do nariz do paciente. As lupas ampliam o campo visual em aproximadamente 2,5 vezes e possuem uma iluminação especial.

“A Lupa Cirúrgica auxilia em diversos passos da Rinoplastia. Desde a incisão, dissecção e identificação mais precisa das diferentes estruturas do nariz, até a confecção e fixação milimétrica dos enxertos. Também auxilia na sutura fina das incisões.”- Dr. Waldir Carreirão Neto, otorrinolaringologista e Cirurgião da Face (CRM/SC 10892 – RQE 8167). 

Além das tecnologias aplicadas à Rinoplastia, vale ressaltar que este é um procedimento cirúrgico realizado em ambiente hospitalar. A internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não é rotina após uma Rinoplastia. No entanto, nossos procedimentos são realizados em hospitais com UTI, para maior segurança do paciente. Além disso, contamos com o auxílio de médicos anestesiologistas em todas as Rinoplastias.

Experiência e qualificação profissional

Contudo, mais importantes do que as tecnologias aplicadas à Rinoplastia, é a experiência e qualificação dos nossos profissionais. Esse é o fator principal para o sucesso da Rinoplastia. 

“O cirurgião, as técnicas por ele indicadas e a forma como são executadas ainda são o principal fator determinante para o sucesso da cirurgia. As tecnologias aplicadas à Rinoplastia são ferramentas importantes que o cirurgião tem à sua disposição. Porém, a habilidade de cirurgião e a forma como ele utiliza estas ferramentas ainda é mais importante do que a tecnologia em si.” – Dr. Waldir Carreirão Neto, Otorrinolaringologista e Cirurgião da Face (CRM/SC 10892 – RQE 8167).  


Em caso de dúvidas, entre em contato conosco! O Dr. Waldir Carreirão Neto está à sua disposição.


Sobre o Autor

Waldir Carreirão
Waldir Carreirão
O Dr. Waldir Carreirão (CRM/SC 10892 RQE 8167) possui Residência Médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com título de Especialista em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial e Associação Médica Brasileira (AMB).

Também realizou Complementação Especializada (Fellowship) em Cirurgia Plástica Facial e Doutorado pela Faculdade de Medicina da USP. Atualmente, é membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial, membro titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face e membro da International Federation of Facial Plastic Surgery Societies (IFFPSS).

É Professor Adjunto de Otorrinolaringologia da Graduação de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina e Médico Otorrinolaringologista no Hospital Universitário da UFSC. Sua área de atuação dentro da Otorrinolaringologia possui Ênfase em Rinoplastia e Cirurgias Nasais.

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